Sabe aquela música que você ouviu anos atrás e que é só tocar que a letra já bem automaticamente na cabeça, e você nem sabe como?
Bem, esse é o poder da música!
A música sempre esteve presente na vida das pessoas, seja em momentos de lazer, celebrações ou até como forma de expressão cultural.
No ambiente educacional, ela vai além do entretenimento e se transforma em uma ferramenta poderosa. A importância da música no processo de ensino-aprendizagem é cada vez mais reconhecida por pesquisadores, educadores e famílias, já que influencia o desenvolvimento cognitivo, emocional e social dos alunos.
A seguir, entenda por que incluir a música na educação faz diferença e como pais e professores podem utilizá-la de forma prática. Segue o fio!
Música na educação: impacto positivo no aprendizado e no desenvolvimento
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Estudos mostram que a música ativa diferentes áreas do cérebro, estimulando memória, raciocínio lógico e linguagem. Quando usada em sala de aula, ela facilita a assimilação de conteúdos, tornando o aprendizado mais dinâmico.
Por exemplo, músicas com rimas e repetições ajudam na fixação de palavras e conceitos em crianças da educação infantil. Já no ensino fundamental e médio, a música pode ser usada para explicar fórmulas, conteúdos de história ou até regras gramaticais de forma criativa.
Música e habilidades socioemocionais
Além de estimular a mente, a música trabalha aspectos emocionais. Ao cantar em grupo ou participar de atividades musicais, os alunos desenvolvem cooperação, empatia e senso de coletividade.
Isso favorece a convivência escolar e cria um ambiente mais harmônico.
Outro ponto importante é que a música pode ser uma forma de expressão para alunos mais tímidos ou com dificuldades de comunicação. Ao se envolver com sons e ritmos, eles encontram um espaço seguro para mostrar sentimentos e ideias.
Como a música melhora a concentração e a disciplina
Ouvir música em determinados momentos pode auxiliar a concentração, especialmente em tarefas que exigem foco. Além disso, o aprendizado musical envolve disciplina, já que aprender um instrumento, por exemplo, exige prática, repetição e persistência.
Essas habilidades adquiridas acabam sendo transferidas para outras áreas da vida acadêmica. Estudantes que têm contato frequente com a música costumam desenvolver maior capacidade de organização e perseverança diante dos desafios.
Música como ferramenta inclusiva
Outro aspecto relevante é a música como instrumento de inclusão. Ela pode ser adaptada para diferentes necessidades, possibilitando que alunos com deficiência participem ativamente das atividades escolares.
Além disso, a música é universal e acessível. Independentemente da origem social ou cultural, ela aproxima pessoas e cria pontos de conexão entre os estudantes.
Como pais e professores podem aplicar a música no ensino
Integrar a música à rotina escolar ou em casa não é algo complicado. Veja algumas ideias práticas:
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Criar playlists com músicas calmas para momentos de leitura ou concentração;
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Utilizar canções educativas para ensinar números, cores, letras ou fórmulas;
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Estimular a participação dos alunos em corais, bandas ou rodas musicais;
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Incentivar o aprendizado de instrumentos musicais como atividade extracurricular;
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Associar conteúdos escolares a músicas conhecidas para facilitar a memorização.
Essas práticas tornam o aprendizado mais leve, além de despertar interesse e motivação nos estudantes.
Música pode transformar a forma como você ensina e aprende
Incluir a música no processo educativo é uma forma de potencializar o aprendizado e aproximar alunos do conhecimento de maneira criativa.
Se você é professor, comece a integrar canções em suas aulas. Se é pai ou mãe, incentive seus filhos a explorar o universo musical no dia a dia.
Pequenas mudanças podem gerar grandes resultados no desenvolvimento.
